Todos os anos, a ENGIE reúne lideranças e equipes técnicas de diferentes países no Renewables & Batteries LATAM Meeting. O encontro, realizado em Florianópolis, serve para alinhar estratégia e discutir os desafios do setor de energias renováveis num momento em que a empresa segue expandindo sua atuação pela América Latina.
Só que alinhamento estratégico não se resolve só com apresentação e planilha. Pessoas de culturas e times diferentes precisam construir confiança de verdade antes de qualquer decisão conjunta funcionar no dia a dia. Foi esse o desafio que a Ágora Entertraining, consultoria parceira responsável por transformar o aprendizado em prática pós-evento, trouxe até a AEXP.
O caminho para integrar os líderes da empresa que estiveram no R&B LATAM 2026 veio de um lugar que já faz parte do universo da ENGIE: o tênis.
A empresa patrocina a Confederação Brasileira de Tênis, apoia atletas do circuito feminino, mantém atuação social pela Fundação Tênis e tem o ex-tenista profissional Fernando Meligeni como embaixador de experiência e relacionamento com clientes. Em vez de propor uma dinâmica genérica de integração, a AEXP construiu um jogo customizado em cima de um universo com o qual a ENGIE já tinha relação.
Placar Final: como funcionou a experiência
Nasceu o Placar Final: uma experiência baseada nas 6 competências fundamentais de um profissional de tênis:
Precisão;
Tomada de decisão sob pressão;
Estratégia;
Agilidade;
Força;
Resistência.
Os times competiram em seis games diferentes, cada um projetado pra colocar uma dessas competências em jogo através de decisões coletivas, não de instrução teórica.

Em duas horas, mais de 70 líderes de 7 países passaram pelos games. A facilitação multilíngue, conduzida por Rodrigo Saporiti, garantiu que a barreira do idioma não virasse barreira de participação.
Times inteiros, formados por pessoas que nunca tinham trabalhado juntas antes daquele dia, precisaram decidir sob pressão, ajustar estratégia em tempo real e confiar nas escolhas de quem estava ao lado, exatamente como fariam numa quadra de tênis e no dia a dia da empresa.
O resultado apareceu onde mais importa: na reflexão que ficou depois do jogo. Os líderes saíram enxergando o próprio trabalho através de um vocabulário compartilhado.
Precisão numa decisão técnica virou o mesmo tipo de escolha de um saque bem colocado. Resistência num projeto de longo prazo virou a mesma resistência de um jogo que se estende por sets. O jogo deu à equipe uma linguagem comum pra levar de volta ao trabalho.

É esse o tipo de entrega que a AEXP constrói: não um jogo pelo jogo, mas uma ferramenta pensada a partir do problema real de cada cliente, capaz de gerar conexão genuína e aprendizado que sobrevive ao fim do evento.

