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Placar Final: como a AEXP transformou tênis em conexão real entre líderes da ENGIE de 7 países

Placar Final: como a AEXP transformou tênis em conexão real entre líderes da ENGIE de 7 países

CNLUCAS COPPI
17 de setembro de 2026

Todos os anos, a ENGIE reúne lideranças e equipes técnicas de diferentes países no Renewables & Batteries LATAM Meeting. O encontro, realizado em Florianópolis, serve para alinhar estratégia e discutir os desafios do setor de energias renováveis num momento em que a empresa segue expandindo sua atuação pela América Latina.

Só que alinhamento estratégico não se resolve só com apresentação e planilha. Pessoas de culturas e times diferentes precisam construir confiança de verdade antes de qualquer decisão conjunta funcionar no dia a dia. Foi esse o desafio que a Ágora Entertraining, consultoria parceira responsável por transformar o aprendizado em prática pós-evento, trouxe até a AEXP.

O caminho para integrar os líderes da empresa que estiveram no R&B LATAM 2026 veio de um lugar que já faz parte do universo da ENGIE: o tênis.

A empresa patrocina a Confederação Brasileira de Tênis, apoia atletas do circuito feminino, mantém atuação social pela Fundação Tênis e tem o ex-tenista profissional Fernando Meligeni como embaixador de experiência e relacionamento com clientes. Em vez de propor uma dinâmica genérica de integração, a AEXP construiu um jogo customizado em cima de um universo com o qual a ENGIE já tinha relação.

Placar Final: como funcionou a experiência

Nasceu o Placar Final: uma experiência baseada nas 6 competências fundamentais de um profissional de tênis:

  • Precisão;

  • Tomada de decisão sob pressão;

  • Estratégia;

  • Agilidade;

  • Força;

  • Resistência.

Os times competiram em seis games diferentes, cada um projetado pra colocar uma dessas competências em jogo através de decisões coletivas, não de instrução teórica.

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Em duas horas, mais de 70 líderes de 7 países passaram pelos games. A facilitação multilíngue, conduzida por Rodrigo Saporiti, garantiu que a barreira do idioma não virasse barreira de participação.

Times inteiros, formados por pessoas que nunca tinham trabalhado juntas antes daquele dia, precisaram decidir sob pressão, ajustar estratégia em tempo real e confiar nas escolhas de quem estava ao lado, exatamente como fariam numa quadra de tênis e no dia a dia da empresa.

O resultado apareceu onde mais importa: na reflexão que ficou depois do jogo. Os líderes saíram enxergando o próprio trabalho através de um vocabulário compartilhado.

Precisão numa decisão técnica virou o mesmo tipo de escolha de um saque bem colocado. Resistência num projeto de longo prazo virou a mesma resistência de um jogo que se estende por sets. O jogo deu à equipe uma linguagem comum pra levar de volta ao trabalho.

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É esse o tipo de entrega que a AEXP constrói: não um jogo pelo jogo, mas uma ferramenta pensada a partir do problema real de cada cliente, capaz de gerar conexão genuína e aprendizado que sobrevive ao fim do evento.

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